Santa Maria

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Hoje foi o dia dos professores de Santa Maria receberem os emails de acesso ao formulário de Avaliação Institucional. Foram enviados 1.654 emails. Professor(a), por favor confira a sua caixa de entrada.

A Avaliação e seus três níveis: das Aprendizagens, Institucional e de Rede

Pensar a avaliação leva-nos necessariamente a pensar na escola, nos professores e na equipe gestora. Envolve também a percepção dos estudantes e de seus responsáveis. Tem-se discutido o modelo de avaliação que temos hoje, de natureza classificatória e excludente, que vem funcionando como mecanismo que aciona o fracasso escolar, especialmente aos estudantes de classe popular. Para enfrentar essa prática, novas proposições têm sido feitas no sentido de reverter esse quadro. A avaliação, cada vez mais se torna alvo de reflexões, críticas e experimentação. E surge, então, o desejo de transformar esse processo em algo que possa promover, no cotidiano da sala de aula, a aprendizagem do estudante, partindo da concepção de que “avaliar é o ato de diagnosticar uma experiência, tendo em vista reorienta-la para produzir o melhor resultado possível; por isso, não é classificatória nem seletiva, ao contrário, é diagnóstica e inclusiva” (LUCKESI, 2005, p.35). Uma vez aliada do professor, a avaliação dará a ele a oportunidade de conhecer o que o estudante aprendeu e o que ainda não aprendeu, para que se providenciem os meios e as estratégias para que ele aprenda. Inúmeras vezes, no espaço da sala de aula, percebe-se que avaliar é uma tarefa solitária, que fortalece apensas a identidade da professora ou do professor, orientando sua prática pedagógica. Essa avaliação não é um processo coletivo que proporciona espaços para um diálogo com os sujeitos envolvidos nessa prática, por isso não se refere à aprendizagem e ao ensino como processos interativos e intersubjetivos, mas sim ao rendimento como resultado verificável (BARRIGA, 1982), que pode ser medido, nomeado, classificado e hierarquizado. É preciso um olhar mais...