Avaliação Institucional – Professor, sua participação é muito importante!

Avaliação Institucional – Professor, sua participação é muito importante!

A Comissão do SINPRO e a SEDF realizaram reunião no dia 01 de julho de 2015 e um dos assuntos foi a Avaliação Institucional 2015 – Equipe Docente. Reafirmando a importância da participação dos professores nesse processo, o Subsecretario de Planejamento e Avaliação Institucional, Fábio Pereira de Sousa, se manifestou nos seguintes termos: “Em relação à chamada avaliação institucional, a SEDF afirmou que esta não tem relação com a política de meritocracia, sendo a continuidade de um levantamento de dados sobre as condições das escolas. Disse, inclusive, que a mesma pesquisa foi feita com gestores e de forma experimental com profissionais do magistério de Brazlândia em anos anteriores.” Site do SINPRO Esta é uma ação da Subsecretaria de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação Educacional (SUPLAV) / Coordenação de Avaliação Educacional (COAVED) que visa avaliar o contexto escolar, bem como, os fatores associados ao processo educativo, como: infraestrutura, equipamentos e materiais didáticos, gestão, relação com Pai/Responsável e a Comunidade. A avaliação institucional, ao analisar as condições institucionais da unidade escolar, pode ajudar a explicar os resultados da avaliação do desempenho escolar do estudante. As informações obtidas subsidiarão a análise dos fatores que contribuem ou interferem no desempenho dos estudantes de forma a promover uma reflexão com vistas à melhoria da qualidade social da educação. Assim, o papel da avaliação institucional é estimular e intensificar as relações de compromisso e cooperação entre os membros da comunidade escolar como também identificar potencialidades e fragilidades institucionais, suas causas, consequências e possíveis soluções.   “A reflexão coletiva é imprescindível para que novas ações sejam estabelecidas em função da realidade e das necessidades de seus atores, de...

A Avaliação e seus três níveis: das Aprendizagens, Institucional e de Rede

Pensar a avaliação leva-nos necessariamente a pensar na escola, nos professores e na equipe gestora. Envolve também a percepção dos estudantes e de seus responsáveis. Tem-se discutido o modelo de avaliação que temos hoje, de natureza classificatória e excludente, que vem funcionando como mecanismo que aciona o fracasso escolar, especialmente aos estudantes de classe popular. Para enfrentar essa prática, novas proposições têm sido feitas no sentido de reverter esse quadro. A avaliação, cada vez mais se torna alvo de reflexões, críticas e experimentação. E surge, então, o desejo de transformar esse processo em algo que possa promover, no cotidiano da sala de aula, a aprendizagem do estudante, partindo da concepção de que “avaliar é o ato de diagnosticar uma experiência, tendo em vista reorienta-la para produzir o melhor resultado possível; por isso, não é classificatória nem seletiva, ao contrário, é diagnóstica e inclusiva” (LUCKESI, 2005, p.35). Uma vez aliada do professor, a avaliação dará a ele a oportunidade de conhecer o que o estudante aprendeu e o que ainda não aprendeu, para que se providenciem os meios e as estratégias para que ele aprenda. Inúmeras vezes, no espaço da sala de aula, percebe-se que avaliar é uma tarefa solitária, que fortalece apensas a identidade da professora ou do professor, orientando sua prática pedagógica. Essa avaliação não é um processo coletivo que proporciona espaços para um diálogo com os sujeitos envolvidos nessa prática, por isso não se refere à aprendizagem e ao ensino como processos interativos e intersubjetivos, mas sim ao rendimento como resultado verificável (BARRIGA, 1982), que pode ser medido, nomeado, classificado e hierarquizado. É preciso um olhar mais...